A inclusão de crianças com Deficiência Intelectual na escola regular já não é novidade. Ela é garantida por lei, porém muitas vezes os professores ainda sentem-se despreparados e receosos para auxiliar os alunos e as famílias no seu processo de inclusão.
A legislação brasileira prevê que todos os cursos de formação de professores, desde o magistério a licenciatura devem capacitá-los para receber, em suas salas de aulas, alunos com ou sem necessidades especiais. Porém ainda há a pergunta: será que na prática os professores estão realmente preparados?
De acordo com o Siems (2010), a preocupação com a formação dos professores voltada para a educação inclusiva é muito recente e por esse motivo, muitos educadores ainda se sentem despreparados para receber esse aluno. Além disso, muito além da teoria, a falta de vivências com crianças com necessidades especiais também amedronta os professores.
Por outro lado, há aqueles professores que abraçam o desafio com o coração, buscam especializar-se, aprofundar seus conhecimentos, para atender o seu aluno e sua família da melhor forma possível. Nesse contexto, conforme González (2002), o professor possui a tarefa de mediador, para que toda a atividade realizada com seus alunos seja significativa, estimulando as potencialidades de seus alunos, num trabalho que envolve também a cooperação.
Ser educador não é tarefa fácil e a formação continuada é um desafio que deve estar presente na vida de todo o professor… com os profissionais da educação inclusiva não pode ser diferente!
Referências para que você aprofunde suas pesquisas:
TORRES GONZÁLEZ, José Antonio. Educação e diversidade: bases didáticas e organizativas. Porto Alegre: Artmed, 2002.
SIEMS MER. Educação especial em tempos de educação inclusiva: identidade docente em questão. São Carlos: Pedro & João Editores, 2010.

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