Nomenclatura:
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Nos primórdios da deficiência: o Deficiente Intelectual era chamado de idiota, imbecil e débil;
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No modelo médico-clínico: passou-se a adotar termos como retardo mental e atraso mental.
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Atualmente: termo utilizado é deficiência intelectual.
O
que é a deficiência intelectual?
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O DSM-IV (Manual de Diagnóstico e Estatística de Perturbações Mentais), o diagnóstico da deficiência cognitiva considera que o desempenho intelectual do indivíduo é inferior a 70 em teste de QI, classificando-os em níveis: leve, moderada, grave (severa) e profunda;
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Quanto maior/grave é a deficiência -> menor a independência, maior a necessidade de recursos, apoio e serviços;
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Classificações: irrelevantes do ponto de vista pedagógico e social- pessoa com deficiência intelectual pode apresentar várias habilidades sociais e QI baixo;
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Limitações tanto no funcionamento intelectual quanto no comportamento adaptativo e em habilidades conceituais, práticas e sociais;
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Tem início antes dos 18 anos;
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Tem dificuldade para aprender, entender e realizar atividades comuns para as outras pessoas;
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Apresentam dificuldades na resolução de problemas, na compreensão de termos abstratos, nas relações sociais e até mesmo em realizar atividades cotidianas;
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Não tem cura e pode ter origem pré, peri e pós-natal.
É
necessário...
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Analisar o histórico de vida da pessoa;
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Questionar se houve estímulos durante a infância;
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Avaliar se a família é acolhedora e incentivadora;
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Se tem atendimento interdisciplinar: médicos, psicólogos, fonoaudiólogos, psicopedagogos, fisioterapeutas, terapeutas ocupacionais;
No
viés pedagógico...
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Pode apresentar diferenças nas áreas motora, cognitiva, comunicação e socioeducacional;
Sendo
assim, Glat também enfatiza que,
Não
há uma única forma de atender às necessidades educacionais de
todos os alunos com deficiência, isto é, não há um programa
padrão, uma única oferta de serviço, um único local onde a
educação seja oferecida e um currículo único (2009)
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Apenas com o diagnóstico não é possível definir o nível de dificuldade que o aluno enfrentará na escola;
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Cabe ao professor: ter uma rotina, observar detalhes e utilizar recursos concretos e/ou visuais e potencializar o aprendizado;
Referências para você aprender mais sobre isso:
GLAT,
R.PLETSCH, M.D. Plano
de Desenvolvimento Psicoeducacional Individualizado (PDPI): Uma
estratégia para favorecer o atendimento educacional especializado de
alunos com deficiência mental/intelectual matriculados na Escola
Especializada Favo de Mel.
Palestra proferida na FAETEC. 2009
Você também pode assistir a esse vídeo para complementar à esse post e agregar ainda mais conhecimento!














