Independente do aluno que está no centro do processo educacional, a cooperação e o bom relacionamento entre escola e famílias tem como finalidade principal melhorar a educação da criança e fornecer maior apoio no decorrer de suas aprendizagens.
A escola tem a função de acolher as famílias, oferecendo o apoio necessário para que haja sucesso na inclusão. Além disso, conforme Pacheco (2007, p. 59), “a colaboração entre lar e escola precisa começar bem antes de os alunos serem apresentados à escola e ser constante durante a sua educação escolar”. Assim, os profissionais que atuam na escola, bem como os que atendem o aluno com deficiência (psicólogos, fonoaudiólogos, terapeutas ocupacionais, fisioterapeutas, psicopedagogos), devem estar em constante diálogo a respeito das evoluções do aluno e suas necessidades, havendo um trabalho em conjunto.
Além disso, a família e o próprio aluno devem querer que a referida inclusão aconteça, pois em alguns casos, ambos sentem-se desconfortáveis ou ainda não estão preparados para que este processo ocorra. Este momento familiar deve ser respeitado, por ser uma decisão da família.
A escola inclusiva está aberta a todos, buscando a garantia de igualdade de oportunidades para todos. No entanto, pouco vale para a inclusão se a escola aceita as diferenças, mas a comunidade não. Assim, é fundamental a criação de dispositivos de comunicação entre a comunidade e a escola e a elaboração de tempo para reflexão sobre a prática desenvolvida, para que escola e comunidade possam receber, acolher e incluir este aluno de forma integral.
Referência para se inteirar ainda mais sobre isso:
PACHECO, José. Caminhos para a inclusão: um guia para o aprimoramento escolar. Porto Alegre: Artmed, 2007.

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