Comentário de uma professora do ensino básico, após três anos de trabalho em colaboração com professore(a)s especialistas Os professores de apoio entravam na sala e funcionavam como uma equipe de apoio ao trabalho que nós professore(a)s desenvolvíamos. Por exemplo, quando a atividade era muito longa para David (aluno com deficiência mental), o fonoaudiólogo continuava nosso trabalho na sala de apoio. O David tinha uma hora com o fonoaudiólogo e uma hora com a professora de educação especial e às cinco horas restantes de linguagem cabia a mim ministrá-las na sala de aula. Elas prestavam um serviço de reforço, de continuidade do trabalho que eu realizava, ou de antecipação das tarefas que estavam por ser realizadas. Eu dizia aos profissionais: “Estou trabalhando isso com David, você pode me ajudar?” E a professora de apoio me trazia manuais, transparências e outros materiais ou idéias para eu aplicar nas atividades de ensino às necessidades de David. Aprendemos que mais importante que um frio relatório por escrito é a conversa direta com os profissionais e que é necessário construir em conjunto aquilo que devemos fazer para que as crianças aprendam. Além disso, entendi que as orientações nos servem também para atender às outras crianças. De fato, este é um aspecto em que coincidimos, a maioria dos professor(a)e(a)s desta escola. Como resultado de nossa experiência, ampliamos nossos conhecimentos e melhoramos nossas práticas. As estratégias que apliquei com David me serviram para ajudar na aprendizagem de outros aluno(a)s de minha classe.
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